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A necessidade de beleza - Lourival Holanda
No ouvido percute ainda o refrão de Caetano: “Sou um homem comum/ qualquer um. / Mas ninguém é comum/ Eu sou ninguém”. A poética parece vir na contramão desse tempo, quando cada um quer se colocar sob o sol digital, brilhar ali, hipotecando a preço de nada o valor de sua vida privada.